É a ciência que estuda os distúrbios da
comunicação humana, ou seja, os distúrbios
da fala, linguagem, voz, audição, órgãos
fonoarticulatórios (lábios, dentes, língua,
bochechas e palato/céu da boca) e funções
estomatognáticas (respiração, mastigação,
sucção e deglutição/engolir).
Em escolas, hospitais, clínicas, postos de saúde,
indústrias, instituições, teatro e tv.
Quando houver as seguintes manifestações: atraso
ou dificuldade em acompanhar a classe, gagueira, trocas de
letras (por exemplo:zanela para janela) omissões de
letras (por exemplo: agoa para agora), qualidade de voz alterada
(por exemplo: rouquidão, voz muito alta), desenvolvimento
motor (por exemplo: demorou a sustentar a cabeça, andar
ou falar), faz uso de chupeta, mamadeira, onicofagia (roer
unhas), alteração na respiração,
mastigação, deglutição (engolir),
entre outras.
O trabalho do fonoaudiólogo divide-se em três
fases: entrevista, avaliação e tratamento. Na
entrevista realiza-se a coleta de dados do paciente (identificação,
queixa, etc). A avaliação é realizada
de acordo com a queixa relatada na entrevista. O tratamento
é a fase na qual serão tratadas as alterações
encontradas na avaliação.
Evitar bebidas geladas, não fumar, beber bastante água
para a hidratação da laringe (garganta), evitar
falar alto e em ambientes ruidosos, não utilizar drogas,
não pigarrear (coçar a garganta), evitar mudanças
bruscas de temperatura, não utilizar vestimentas apertadas
na região do pescoço e na região do abdômen.
Não, ele trabalha com todas as idades, desde o recém-nascido
até o idoso.
Trabalha com: psicólogo, pedagogo, pediatra, neurologista,
otorrinolaringologista, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional,
e outros.
Estar atenta a comportamentos que indiquem dificuldade auditiva
ou visual, não comparar as crianças (cada criança
é diferente), sempre falar com a criança de
forma clara e correta, não tentar adivinhar o que a
criança quer dizer, valorizar a escrita e as produções
da criança, estimular a leitura e a escrita em casa.
Sim, aproximadamente até os três anos de idade
é normal. A criança não percebe que está
falando “enrolado” e dependendo da reação
da famíliaa fala “enrolada” pode transformar-se
em gagueira.
Não só a chupeta, mas também outros hábitos
orais, como a mamadeira, sugar (chupar o dedo), roer unhas,
morder os lábios, língua, bochechas e outros
objetos(lápis), ranger os dentes, apertar os dentes
além de mau posicionamento no travesseiro entre outros.
Poderá haver alteração na oclusão
arcada dentária, na musculatura (tônus) e na
parte óssea da face, conseqüentemente alterando
as funções do ser humano (respiração,
mastigação, deglutição/engolir
e sucção) e a produção da fala.
Não. Em relação à chupeta, há
um tipo que se chama ortodôntica, que tem uma forma
mais adequada no bico, diferente das chupetas comuns, pois
possuem dois furos nas laterais da chupeta. E quanto à
mamadeira também há o tipo de bico ortodôntico,
nela devemos manter o furo original do bico para cada tipo
de alimento a ser dado a criança.
O trabalho do fonoaudiólogo com o ortodontista é
basicamente sanar as alterações causadas pelos
hábitos orais e funções estomatognáticas
(mastigação, respiração, deglutição/engolir
e sucção).
|